SALVE MARIA !!!
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Música da Semana
Na Semana em que celebramos a Solenidade da Epifania do Senhor, trazemos o intróito desta Missa: Ecce advenit, trata-se de um intróito em modo II cantado pelo Italiano Giovanni Vianinni da Schola Cantorum Mediolanensis de Milão.
Música da Semana
No ultimo domingo do ano trazemos o Hino TE DEUM LAUDAMUS, cantado pelo Italiano Giovanni Vianini, este canto é cantado sempre no ultimo dia do ano e concede-se indulgência para quem o fizer. Também pode ser cantado nas solenidades ao final da Santa Missa ou do ofício Divino.
FELIZ 2013
SALVE MARIA !!!
Música da Semana
No dia em que iniciamos a novena de Natal, trazemos o Introito da Missa da Noite de Natal. Dominus Dixit Ad Me, cantado pelo coro da Capela Sistina observamos a alternância da melodia gregoriana com o canto polifônico. Este tipo de arranjo tem sido utilizado amplamente nas celebrações do Santo Padre.
SALVE MARIA !!!
Música da Semana
No Primeiro domingo do Advento trazemos o belíssimo hino VENI VENI EMANUEL, trata-se de um canto tradicional deste tempo do advento podemos notar em suas estrofes as antífonas do "Ó".
SALVE MARIA
Música da Semana
Esta semana trazemos mais uma obra Prima do Monsenhor Marco Frisina, o Hino Oficial Para o Ano da Fé . o vídeo foi gravado na Missa de Abertura do Ano da Fé em outubro na Praça de São Pedro, observamos que cada estrofe é cantada em uma Língua diferente.
Segue no link abaixo a partitura em Português
SALVE MARIA
Música da Semana
Na semana em que celebramos a Solenidade de Todos os Santos trazemos a Tradicional Ladainha de Todos os Santos, esta ladainha é cantada em diversas ocasiões como por exemplo: ordenações sacerdotais, profissões religiosas, Vigília Pascal entre outras cerimônias. A relação dos Santos varia de acordo com a ocasião, pode-se acrescentar os padroeiros e outros Santos conforme o costume local.
SALVE MARIA
Música da Semana
Esta semana continuando a nossa Homenagem à Nossa Senhora Aparecida trazemos mais uma vez o Coro da Arquidiocese de Campinas com o Hino Viva a Mãe de Deus e Nossa, este é o hino oficial à Nossa Senhora Aparecida desde a sua proclamação como Padroeira do Brasil.
SALVE MARIA !!!
Música da Semana
Continuando nossa série em homenagem à Nossa Senhora Aparecida esta semana trazemos o Hino: Ave Maris nitida Stella, trata-se de um antigo hino em latim infelizmente não sabemos o autor e quando foi escrito.
SALVE MARIA !!!
Musica da Semana
Esta semana gostaríamos de homenagear todos os organistas do Brasil, trazemos uma gravação do tenor Aloysio Rachid, pianista e organista da Igreja de Ns. da Glória do Outreiro RJ. A gravação foi feita durante uma Missa Dominical onde na comunhão foram cantadas 3 musicas da Harpa de Sião.
SALVE MARIA !!!
Entrevista com o Autor do Hino da JMJ Rio 2013
Musica da Semana
Esta semana trazemos uma belíssima canção Italiana interpretada pelo coro diocesano di Nola, a musica de J. S. Bach, Quanta sete nel mio cuore. Esta musica também foi cantada pelo Coro da Diocese de Roma na procissão de Corpus Christi deste ano.
SALVE MARIA !!!
Música da Semana
A partir deste domingo , iniciamos uma serie de postagens com vídeos extraídos do Youtube, queremos com esta série mostrar um pouco do trabalho que está sendo realizado por diversos corais brasileiros. Sempre aos Domingos publicaremos um vídeo, iniciamos nossa série com o Coro da Arquidiocese de Campinas cantando Veni Creator Spiritus.
Podemos observar a alternância entre a melodia Gregoriana Tradicional e o canto polifônico, isto tem sido comum nas Missas cantadas pelo Coro da Capela Sistina e alguns grupos têm adotado esta forma de cantar.
Lembramos ainda que nossos leitores poderão sugerir videos para serem publicados nas próximas semanas, e também os corais poderão enviar gravações mostrando o seu trabalho.
SALVE MARIA !!!
Podemos observar a alternância entre a melodia Gregoriana Tradicional e o canto polifônico, isto tem sido comum nas Missas cantadas pelo Coro da Capela Sistina e alguns grupos têm adotado esta forma de cantar.
SALVE MARIA !!!
Música Devocional é Diferente de Música Liturgica
Por
Alfredo Votta
Jeffrey Tucker explica:
Há dois equívocos freqüentes a respeito da música religiosa popular:
1) a crença em que ela seja algo revolucionário e novo nos tempos modernos;
2) a ideia de que ela represente ameaça ao culto litúrgico.
Nenhuma delas é verdadeira. A música devocional é tão antiga quanto a própria Fé. E não representa nenhum problema, desde que as pessoas não a confundam com música litúrgica, que é sempre vinculada ao texto litúrgico. O grande problema do nosso tempo é essa terrível confusão. De algum modo precisamos reencontrar o caminho de volta ao texto litúrgico, de modo a podermos colocar a música devocional no seu lugar adequado.
Parece-me que na maioria das celebrações da Santa Missa, no Brasil,
ocorre o uso de música devocional substituindo a música litúrgica (e
tudo indica que não é só no Brasil). Não fiz nenhuma pesquisa baseada em
métodos estatísticos para dizer que é a maioria (mais de 50%,
portanto), mas os relatos e a experiência sugerem isso. Mesmo assim,
ainda que isso ocorra em dez por cento das igrejas, deveríamos trabalhar
para que nelas a situação mudasse.
Se fossem só dez por cento, não poderíamos abandoná-las, só por ser minoria. E, sendo a maioria, não podemos considerar que seja certo só porque a maioria está fazendo.
Também não se pode justificar o uso incorreto da música devocional na Liturgia dizendo que isso acontece há "muito tempo" (uns quarenta anos). Isto equivale a dizer que um erro, cometido durante bastante tempo, torna-se um acerto.
Jeffrey Tucker é um otimista, e escreve a explicação que traduzimos ali acima sob o ponto de vista pelo qual a música devocional não ameaça o culto litúrgico. De fato, a situação ideal é essa: o cultivo da autêntica música litúrgica não exige que se abandone todo o resto da cultura musical; pelo contrário.
Entretanto, é importante lembrar que essa ameaça existe, sim, se não tivermos clara a diferença entre música devocional e música litúrgica. Se soubermos o que é cada uma, ótimo; se as confundimos, temos a situação atual: a música pop de letras religiosas entra na Liturgia.
Seria o equivalente a pegarmos livros de sucesso do momento atual e introduzirmos seus textos na Liturgia, substituindo as leituras da Sagrada Escritura. É verdade que o pop religioso tem letra religiosa, e tirar uma Carta de São Paulo para colocar Harry Potter não produz uma comparação exata, já que os livros deste personagem não são religiosos; mas nossa analogia pode fazer mais sentido se o leitor imaginar um livro de auto-ajuda, ou então certos livros escritos por católicos, às vezes sacerdotes, cujo conteúdo (e também o aspecto visual) é do mesmo naipe.
Bem, não importa: ainda que se tratasse de um piíssimo poema do Beato Anchieta, ou o mais místico escrito de Santa Teresa, não os tomaríamos para substituir as leituras bíblicas da Liturgia da Missa. Do mesmo modo não podemos colocar música devocional no lugar do Introito, do Gradual (ou do Salmo Responsorial), do Alleluia (ou Trato), do Ofertório e da Comunhão. Todos eles, com raríssimas exceções, são tirados da Escritura, prescritos pela Igreja do mesmo modo que são prescritas as leituras. E estamos substituindo essas palavras por música devocional ruim, quando o certo é não substituir nem mesmo por música devocional boa.
O caso das Missas Baixas da Forma Extraordinária do Rito Romano é diferente. Tais Missas, não tendo o seu texto cantado, mas recitado pelo sacerdote, admitem o canto de música devocional pela assembleia; canto, entretanto, sujeito a certas regulações que impedem o uso de música inadequada. O ideal é a Missa Alta, com o Próprio efetivamente cantado.
As rubricas da Forma Ordinária, o rito aprovado pelo papa Paulo VI e que entrou em vigor em 1969-1970, além da compilação do Graduale Simplex, entre outras iniciativas, buscam possibilitar maior uso da música litúrgica autêntica. Entretanto, isto em grande parte ficou no papel: a desobediência, a insubordinação, o desejo de ruptura e a ignorância das coisas sagradas transformaram a Liturgia, em muitos lugares, num palco de mau gosto onde tudo é permitido, menos o tradicional, o genuíno e o sacro.
Se às vezes se chama, pejorativamente, de "rubricismo" ao desejo de seguir com fidelidade o que a Igreja prescreve para a Liturgia, é de se lamentar que às vezes pareça haver um desejo de fazer tudo exatamente ao contrário do que as rubricas dizem, indo contra qualquer bom senso, numa tentativa de contrariar todo o passado e definindo, se fosse possível, a fundação da Igreja e a instituição da Liturgia para o dia de hoje.
Não se deseja que um texto assim termine de modo negativo; antes, é importante ter em mente que a música autêntica é possível, e que sua reintrodução, na maioria dos casos, acontece "tijolo a tijolo" - gradualmente. Ou "devagar e sempre", para usar outra expressão popular. O essencial é tomarmos a consciência das necessidades e peculiaridades musicais da Liturgia, e do enorme bem espiritual que representa o respeito às suas tradições e prescrições. Fariseus? Não há problema: é Cristo, e só Ele, quem sabe o que há na mente de cada um.
Se fossem só dez por cento, não poderíamos abandoná-las, só por ser minoria. E, sendo a maioria, não podemos considerar que seja certo só porque a maioria está fazendo.
Também não se pode justificar o uso incorreto da música devocional na Liturgia dizendo que isso acontece há "muito tempo" (uns quarenta anos). Isto equivale a dizer que um erro, cometido durante bastante tempo, torna-se um acerto.
Jeffrey Tucker é um otimista, e escreve a explicação que traduzimos ali acima sob o ponto de vista pelo qual a música devocional não ameaça o culto litúrgico. De fato, a situação ideal é essa: o cultivo da autêntica música litúrgica não exige que se abandone todo o resto da cultura musical; pelo contrário.
Entretanto, é importante lembrar que essa ameaça existe, sim, se não tivermos clara a diferença entre música devocional e música litúrgica. Se soubermos o que é cada uma, ótimo; se as confundimos, temos a situação atual: a música pop de letras religiosas entra na Liturgia.
Seria o equivalente a pegarmos livros de sucesso do momento atual e introduzirmos seus textos na Liturgia, substituindo as leituras da Sagrada Escritura. É verdade que o pop religioso tem letra religiosa, e tirar uma Carta de São Paulo para colocar Harry Potter não produz uma comparação exata, já que os livros deste personagem não são religiosos; mas nossa analogia pode fazer mais sentido se o leitor imaginar um livro de auto-ajuda, ou então certos livros escritos por católicos, às vezes sacerdotes, cujo conteúdo (e também o aspecto visual) é do mesmo naipe.
Bem, não importa: ainda que se tratasse de um piíssimo poema do Beato Anchieta, ou o mais místico escrito de Santa Teresa, não os tomaríamos para substituir as leituras bíblicas da Liturgia da Missa. Do mesmo modo não podemos colocar música devocional no lugar do Introito, do Gradual (ou do Salmo Responsorial), do Alleluia (ou Trato), do Ofertório e da Comunhão. Todos eles, com raríssimas exceções, são tirados da Escritura, prescritos pela Igreja do mesmo modo que são prescritas as leituras. E estamos substituindo essas palavras por música devocional ruim, quando o certo é não substituir nem mesmo por música devocional boa.
O caso das Missas Baixas da Forma Extraordinária do Rito Romano é diferente. Tais Missas, não tendo o seu texto cantado, mas recitado pelo sacerdote, admitem o canto de música devocional pela assembleia; canto, entretanto, sujeito a certas regulações que impedem o uso de música inadequada. O ideal é a Missa Alta, com o Próprio efetivamente cantado.
As rubricas da Forma Ordinária, o rito aprovado pelo papa Paulo VI e que entrou em vigor em 1969-1970, além da compilação do Graduale Simplex, entre outras iniciativas, buscam possibilitar maior uso da música litúrgica autêntica. Entretanto, isto em grande parte ficou no papel: a desobediência, a insubordinação, o desejo de ruptura e a ignorância das coisas sagradas transformaram a Liturgia, em muitos lugares, num palco de mau gosto onde tudo é permitido, menos o tradicional, o genuíno e o sacro.
Se às vezes se chama, pejorativamente, de "rubricismo" ao desejo de seguir com fidelidade o que a Igreja prescreve para a Liturgia, é de se lamentar que às vezes pareça haver um desejo de fazer tudo exatamente ao contrário do que as rubricas dizem, indo contra qualquer bom senso, numa tentativa de contrariar todo o passado e definindo, se fosse possível, a fundação da Igreja e a instituição da Liturgia para o dia de hoje.
Não se deseja que um texto assim termine de modo negativo; antes, é importante ter em mente que a música autêntica é possível, e que sua reintrodução, na maioria dos casos, acontece "tijolo a tijolo" - gradualmente. Ou "devagar e sempre", para usar outra expressão popular. O essencial é tomarmos a consciência das necessidades e peculiaridades musicais da Liturgia, e do enorme bem espiritual que representa o respeito às suas tradições e prescrições. Fariseus? Não há problema: é Cristo, e só Ele, quem sabe o que há na mente de cada um.
fonte: http://www.salvemaliturgia.com/2012/05/musica-devocional-e-diferente-de-musica.html
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