Convidamos a todos para a Santa Missa na intenção de 02 anos de atividades na Capela N. Sra. de Fátima em Jacareí, no próximo sábado dia 30 de abril às 12h. Nesta Missa tambem celebraremos os 4 anos da Schola Cantorum Bento XVI completados no ultimo dia 7/04 e não celebrado em virtude das celebrações da quaresma.
Salve Maria !!!
FELIZ PÁSCOA !!!
Hoje é a salvação para o mundo...
Cristo ressuscitou dos mortos: levantai-vos com ele!
Cristo volta a si mesmo: voltai vós também!
Cristo saiu do túmulo: livrai-vos das cadeias do mal!
As portas do Inferno foram abertas e a prisão da morte foi destruída.
O velho Adão foi vencido, o novo foi completado.
Uma nova criação nasce em Cristo: renovai-vos!
(São Gregório Nazianzeno, sec. IV)
Cristo ressuscitou dos mortos: levantai-vos com ele!
Cristo volta a si mesmo: voltai vós também!
Cristo saiu do túmulo: livrai-vos das cadeias do mal!
As portas do Inferno foram abertas e a prisão da morte foi destruída.
O velho Adão foi vencido, o novo foi completado.
Uma nova criação nasce em Cristo: renovai-vos!
(São Gregório Nazianzeno, sec. IV)
Bento XVI: O valor do jejum
No Novo Testamento, Jesus ressalta a razão profunda do jejum: «Nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus» (Mt 4,4). O verdadeiro jejum tem, portanto, como finalidade comer o «verdadeiro alimento», que é fazer a vontade do Pai (cf. Jo 4,34). Portanto, se Adão desobedeceu ao mandamento do Senhor «de não comer o fruto da árvore da ciência do bem e do mal», com o jejum o crente deseja submeter-se humildemente a Deus, confiando na Sua bondade e misericórdia.
Nos nossos dias, a prática do jejum parece ter perdido um pouco do seu valor espiritual e ter adquirido antes, numa cultura marcada pela busca da satisfação material, o valor de uma medida terapêutica para a cura do próprio corpo. Jejuar sem dúvida é bom para o bem-estar, mas para os crentes é em primeiro lugar uma «terapia» para curar tudo o que os impede de se conformarem com a vontade de Deus.
Com o jejum e com a oração permitimos que Ele venha saciar a fome mais profunda que vivemos no nosso íntimo: a fome e a sede de Deus. Ao mesmo tempo, o jejum ajuda-nos a tomar consciência da situação na qual vivem tantos irmãos nossos. Na sua Primeira Carta, São João admoesta: «Aquele que tiver bens deste mundo e vir o seu irmão sofrer necessidade, mas lhe fechar o seu coração, como estará nele o amor de Deus?» (3,17). Jejuar voluntariamente ajuda-nos a cultivar o estilo do Bom Samaritano, que se inclina e socorre o irmão que sofre. Escolhendo livremente privar-nos de algo para ajudar os outros, mostramos concretamente que o próximo em dificuldade não nos é indiferente. Precisamente para manter viva esta atitude de acolhimento e de atenção para com os irmãos, encorajo as paróquias e todas as outras comunidades a intensificar na Quaresma a prática do jejum pessoal e comunitário, cultivando de igual modo a escuta da Palavra de Deus, a oração e a esmola. Foi este, desde o início o estilo da comunidade cristã.
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