Este tempo sagrado é marcado por alguns sinais especiais nas celebrações da Igreja: A cor da liturgia é o roxo - sinal de sobriedade, penitência e conversão; não se canta o Glória nas missas (exceto nas solenidades, quando houve); não se canta o aleluia que, sinal de alegria e júbilo, somente será cantado outra vez na Páscoa da Ressurreição; os cantos da missa devem ter uma melodia simples; não é permitido que se toque nenhum instrumento musical, a não ser para sustentar o canto, em sinal de jejum dos nossos ouvidos, que devem ser mais atentos à Palavra de Deus; não é permitido usar flores nos altares, em sinal de despojamento e penitência (nos casamentos e outras festas as igrejas, devem ser enfeitadas com MUITA sobriedade!); a partir da quinta semana da Quaresma podem-se cobrir de roxo ou branco as imagens, em sinal de jejum dos sentido, sobretudo dos olhos.
O importante é que todas estas práticas nos levem a uma preparação séria e empenhada para o essencial: a Páscoa! As observâncias quaresmais não são atos folclóricos, mas instrumentos para nos fazer crescer no processo de conversão que nos leva ao conhecimento espiritual e ao amor de Cristo. Tenhamos em vista que o ponto alto do caminho quaresmal é a renovação das promessas batismais na Santa Vigília pascal e a celebração da Eucaristia de Páscoa nesta mesma Noite Santa, virada do sábado para o Domingo da Ressurreição.
Santa Missa de Quarta- Feira de Cinzas
No próximo dia 17( quarta-feira) a Santa Missa com a imposição das cinzas será celebrada
às 19:30 na capela Nossa Senhora de Fátima.
Salve Maria !!!
às 19:30 na capela Nossa Senhora de Fátima.
Salve Maria !!!
Rezar para recebê-lo
Da Carta a Proba, de Santo Agostinho (354-430), bispo e doutor da Igreja:
Para que serve dispersarmo-nos em todas as direções e procurarmos o que devemos pedir na oração? Digamos antes com o salmo: «Uma só coisa peço ao Senhor, aquilo que procuro é habitar a casa do Senhor todos os dias da minha vida, para saborear a doçura do Senhor e frequentar o Seu templo» (Sl 26,4). De fato, aí «todos os dias» não passam nascendo e desaparecendo, e um não começa quando o outro acaba; eles existem todos juntos, não têm fim, pois a própria vida, da qual são os dias, não tem fim.
Para obtermos esta vida feliz, Aquele que é em pessoa a verdadeira Vida ensinou-nos a rezar. Não com uma série de palavras, como se devêssemos ficar satisfeitos com a nossa conversa; de fato, como o próprio Senhor diz, nós rezamos Àquele que sabe do que necessitamos mesmo antes de Lho pedirmos (Mt 6,8).
Ele sabe do que necessitamos mesmo antes do Lho pedirmos? Então por que nos exorta continuamente à oração? (Lc 18,1) Podemos admirar-nos com isso, mas devemos compreender que Deus nosso Senhor não quer ser informado dos nossos desejos, que não pode ignorar. Mas Ele quer que os nossos desejos sejam excitados pela oração, para que sejamos capazes de acolher aquilo que Ele se dispõe a dar-nos. Pois isso é muito grande, enquanto nós somos pequenos e de capacidade pobre! É por isso que nos dizem: «Abri completamente os vossos corações» (2Cor 6,13). É algo de muito grande: e seremos tanto mais capazes de recebê-lO, com quanto mais fé crermos, com quanto mais segurança esperarmos, com quanto mais ardor desejarmos. É, portanto, na fé, na esperança e no amor, pela continuação do desejo, que rezamos continuamente.
Para que serve dispersarmo-nos em todas as direções e procurarmos o que devemos pedir na oração? Digamos antes com o salmo: «Uma só coisa peço ao Senhor, aquilo que procuro é habitar a casa do Senhor todos os dias da minha vida, para saborear a doçura do Senhor e frequentar o Seu templo» (Sl 26,4). De fato, aí «todos os dias» não passam nascendo e desaparecendo, e um não começa quando o outro acaba; eles existem todos juntos, não têm fim, pois a própria vida, da qual são os dias, não tem fim.
Para obtermos esta vida feliz, Aquele que é em pessoa a verdadeira Vida ensinou-nos a rezar. Não com uma série de palavras, como se devêssemos ficar satisfeitos com a nossa conversa; de fato, como o próprio Senhor diz, nós rezamos Àquele que sabe do que necessitamos mesmo antes de Lho pedirmos (Mt 6,8).
Ele sabe do que necessitamos mesmo antes do Lho pedirmos? Então por que nos exorta continuamente à oração? (Lc 18,1) Podemos admirar-nos com isso, mas devemos compreender que Deus nosso Senhor não quer ser informado dos nossos desejos, que não pode ignorar. Mas Ele quer que os nossos desejos sejam excitados pela oração, para que sejamos capazes de acolher aquilo que Ele se dispõe a dar-nos. Pois isso é muito grande, enquanto nós somos pequenos e de capacidade pobre! É por isso que nos dizem: «Abri completamente os vossos corações» (2Cor 6,13). É algo de muito grande: e seremos tanto mais capazes de recebê-lO, com quanto mais fé crermos, com quanto mais segurança esperarmos, com quanto mais ardor desejarmos. É, portanto, na fé, na esperança e no amor, pela continuação do desejo, que rezamos continuamente.
Em panfleto, CNBB chama Lula de "novo Herodes" por plano de direitos humanos
Em São Paulo Herodes, aquele que, segundo a Bíblia, ordenou a "matança dos inocentes", é como a Igreja Católica agora denomina o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em panfleto distribuído em São Paulo contra pontos dos quais discorda no 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, lançado em dezembro pelo governo.
No livro de São Mateus, Herodes ordena o extermínio de todas as crianças menores de dois anos em Belém, na Judeia, para não perder seu trono àquele anunciado como o recém-nascido rei dos judeus, Jesus Cristo. Para a igreja, o "novo Herodes" autorizará o mesmo extermínio anunciando-se a favor da descriminalização do aborto.
No panfleto, intitulado "Presente de Natal do presidente Lula", a Comissão Regional em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), contesta este e outros pontos do já polêmico plano. "Herodes mandou matar algumas dezenas de recém-nascidos (Mt 2,16). Com esse decreto, Lula permitirá o massacre de centenas de milhares ou até de milhões de crianças no seio da mãe!", incita o documento.
Leia aqui a íntegra dos dois panfletos da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBBSegundo Dom José Benedito Simão, presidente da comissão e bispo auxiliar da arquidiocese de São Paulo, a Igreja não é contra o plano em sua totalidade, mas considera que quatro deles "agridem" os direitos humanos. Além da questão do aborto, são eles: união civil entre pessoas do mesmo sexo, direito de adoção por casais homoafetivos e a proibição da ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União.
O jurista Ives Gandra Martins afirma que o PNDH-3 é "decreto preparatório para um regime ditatorial". Plano é Arca de Noé que censura a imprensa, diz Gilmar Mendes
"Não é uma campanha contra o projeto, mas alguns pontos em que acreditamos que ele agride e extrapola os direitos humanos e o direito à vida", critica Dom Simão. "O que nós contestamos é a falta de sensibilidade desse decreto, que funciona como um projeto, e não ajuda em nada ao Estado Democrático de Direito em que queremos viver. Não queremos cair em outra ditadura. Esse decreto é arbitrário e antidemocrático", completa.
Segundo Dom Simão, que também é bispo da Diocese de Assis, no interior de São Paulo, a intenção é ampliar a distribuição e divulgação do panfleto em todas as cidades do Estado e também pela internet. "Ele [o plano] não está a favor do Brasil. Agora vem o presidente dizer que não sabia, que assinou sem ler? Como vai assinar se não leu?"
Sobre a questão da retirada dos crucifixos, o bispo defende que não somente os símbolos da Igreja Católica estejam presentes, como também o de outras religiões. "Nós não queremos que retire, queremos é que se coloquem mais símbolos ainda. A igreja sempre defendeu os direitos humanos e vai apoiar o governo em tudo o que for a favor da vida. Mas esse plano tem que ser revisto sim. O governo só reviu a questão dos militares, mas nesses quesitos não está querendo rever. Que princípios o governo quer defender com esse projeto?"
No livro de São Mateus, Herodes ordena o extermínio de todas as crianças menores de dois anos em Belém, na Judeia, para não perder seu trono àquele anunciado como o recém-nascido rei dos judeus, Jesus Cristo. Para a igreja, o "novo Herodes" autorizará o mesmo extermínio anunciando-se a favor da descriminalização do aborto.
No panfleto, intitulado "Presente de Natal do presidente Lula", a Comissão Regional em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), contesta este e outros pontos do já polêmico plano. "Herodes mandou matar algumas dezenas de recém-nascidos (Mt 2,16). Com esse decreto, Lula permitirá o massacre de centenas de milhares ou até de milhões de crianças no seio da mãe!", incita o documento.
Leia aqui a íntegra dos dois panfletos da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBBSegundo Dom José Benedito Simão, presidente da comissão e bispo auxiliar da arquidiocese de São Paulo, a Igreja não é contra o plano em sua totalidade, mas considera que quatro deles "agridem" os direitos humanos. Além da questão do aborto, são eles: união civil entre pessoas do mesmo sexo, direito de adoção por casais homoafetivos e a proibição da ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União.
O jurista Ives Gandra Martins afirma que o PNDH-3 é "decreto preparatório para um regime ditatorial". Plano é Arca de Noé que censura a imprensa, diz Gilmar Mendes
"Não é uma campanha contra o projeto, mas alguns pontos em que acreditamos que ele agride e extrapola os direitos humanos e o direito à vida", critica Dom Simão. "O que nós contestamos é a falta de sensibilidade desse decreto, que funciona como um projeto, e não ajuda em nada ao Estado Democrático de Direito em que queremos viver. Não queremos cair em outra ditadura. Esse decreto é arbitrário e antidemocrático", completa.
Segundo Dom Simão, que também é bispo da Diocese de Assis, no interior de São Paulo, a intenção é ampliar a distribuição e divulgação do panfleto em todas as cidades do Estado e também pela internet. "Ele [o plano] não está a favor do Brasil. Agora vem o presidente dizer que não sabia, que assinou sem ler? Como vai assinar se não leu?"
Sobre a questão da retirada dos crucifixos, o bispo defende que não somente os símbolos da Igreja Católica estejam presentes, como também o de outras religiões. "Nós não queremos que retire, queremos é que se coloquem mais símbolos ainda. A igreja sempre defendeu os direitos humanos e vai apoiar o governo em tudo o que for a favor da vida. Mas esse plano tem que ser revisto sim. O governo só reviu a questão dos militares, mas nesses quesitos não está querendo rever. Que princípios o governo quer defender com esse projeto?"
Primeira Missa de 2010 é celebrada em São Luiz do Paraitinga
A imagem de São Luiz de Tolosa, padroeiro de São Luiz do Paraitinga, foi encontrada nos escombros
07 de janeiro de 2010
Foto: Gerson Monteiro/Agência Estado
Foi celebrada em São Luiz do Paraitinga, no interior de São Paulo, a primeira missa desde o dia 1º de janeiro, quando a enchente causada pela chuva provocou destruição na cidade. A celebração aconteceu na frente da Igreja do Rosário, que não foi afetada pelo temporal. A informação é do SPTV.
As chuvas provocaram a cheia no rio Paraitinga, destruindo várias edificações. No total, 30 pessoas estão desabrigadas, outras 2.122 estão desalojadas e uma está desaparecida. A Defesa Civil deu início hoje à limpeza do município e aos trabalhos de avaliação dos imóveis que necessitam ser interditados ou demolidos.
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